Esta semana, pós-rebaixamento da nota de crédito dos EUA, vai ser crucial para indicar se os chamados "ativos reais", como imóveis, terras agrícolas e barras de ouro, vão roubar a preferência dos investidores em detrimento do mercado financeiro, informa Carolina Matos em reportagem na Folha deste domingo.
Em momentos de ruptura, os bens palpáveis voltam a ser atrativos, como forma de proteção dos recursos. São aplicações que, se por um lado, não oferecem a possibilidade de ganhos tão rápidos e tão altos como a Bolsa, por outro, correm bem menos risco de "derreter" em valor do dia para a noite.
Foi nessa velocidade que, na sexta-feira passada, a dívida soberana dos EUA perdeu a nota AAA (a melhor da escala), que mantinha havia 70 anos na avaliação da agência de classificação de risco S&P (Standard & Poor's).
Os próximos dias vão revelar se a mudança será considerada, nos mercados, uma ruptura da relevância da quebra do Lehman Brothers, então um dos principais bancos de investimento norte-americanos, em setembro de 2008. Ou se será vista como coroação de um processo iniciado com as discussões sobre o limite de endividamento dos EUA que levou os investidores a se dar conta de que a economia norte-americana não vai ter força para se expandir nem em ritmo lento.
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Estilo.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Brasil sobe para 5º em ranking de investimentos estrangeiros.
O Brasil pulou do 15° lugar, em 2009, para 5° no ranking dos países que mais receberam investimentos estrangeiros diretos (IED) em 2010, afirma um relatório da Unctad (agência da ONU para o comércio e o desenvolvimento) divulgado nesta terça-feira.Os IED no Brasil aumentaram 84,6% em 2010 na comparação com o ano anterior, totalizando US$ 48,4 bilhões, de acordo com o estudo Investimento no Mundo 2011 da Unctad.
Em 2009, em razão da crise econômica internacional, o Brasil havia sofrido uma diminuição de 42% no volume de IED, uma queda acima da média mundial naquele ano.
Em 2010, os Estados Unidos lideram novamente o ranking do estudo da Unctad, com ingresso de US$ 228 bilhões em investimentos diretos estrangeiros, o que representou um aumento de 49%.
A China e Hong Kong são classificados de maneira distinta e ocupam, respectivamente, o segundo e o terceiro lugares, com IED de US$ 106 bilhões e US$ 69 bilhões. Em quarto, ficou a Bélgica, com US$ 62 bilhões em investimentos.
O salto do IED no Brasil em 2010 foi impulsionado pela entrada de mais de US$ 15 bilhões em dezembro, dos quais US$ 7,1 bilhões se referem à venda de 40% da unidade brasileira da companhia espanhola Repsol ao grupo petrolífero chinês Sinopec.
O IED representa investimentos voltados para a produção, como a criação de fábricas e diversas operações empresariais internacionais, como fusões e aquisições, compra de participações acionárias, empréstimos para filiais e reinvestimento dos lucros.
De acordo com o relatório, os investimentos estrangeiros diretos na América Latina e no Caribe em 2010 se concentraram em operações realizadas por multinacionais asiáticas dos setores de petróleo e gás, principalmente chinesas e indianas.
O estudo da Unctad foi divulgado em um momento de valorização do real em relação ao dólar, situação favorecida pela entrada de recursos estrangeiros. Nessa segunda-feira, o dólar comercial caiu para R$ 1,543, menor valor desde janeiro de 1999.
AMÉRICA DO SUL
A América do Sul foi a região do mundo que registrou a maior alta do IED em 2010. O aumento do ingresso de investimentos foi de 56%, totalizando recursos de US$ 86 bilhões. O Brasil representou sozinho 56% desse volume, afirma a Unctad.
No total, o IED para América Latina e Caribe foi de US$ 159 bilhões em 2010, aumento de 13% em relação ao ano anterior.
"A América Latina e o Caribe registraram uma repentina aceleração das fusões-aquisições internacionais, que passaram de valores negativos, em razão dos desinvestimentos, em 2009, para US$ 29 bilhões em 2010, um recorde na região desde 2000", diz o estudo.
"Essa evolução testemunha a retomada do interesse das companhias estrangeiras pela aquisição de empresas na América Latina após uma década de morosidade", afirma a Unctad.
As multinacionais da América Latina, estimuladas pelo forte crescimento econômico em seus países, também multiplicaram investimentos no exterior, sobretudo nos países desenvolvidos, diz o estudo.
"Os fluxos de capitais que saíram da América Latina e do Caribe aumentaram 67%, atingindo US$ 76 bilhões em 2010, a mais forte progressão regional no mundo", diz o relatório.
A alta significativa é devida ao aumento dos investimentos de multinacionais brasileiras e mexicanas, as principais investidoras da região.
No caso do Brasil, a saída dos recursos foi de US$ 12 bilhões no ano passado, em razão dos investimentos no exterior de empresas como Vale, Braskem, Petrobras, Camargo Correa, Votorantim e Gerdau.
Os dados preliminares de 2011 indicam que as entradas de IED na América Latina continuam aumentando, enquanto as saídas, ou seja, os investimentos realizados por empresas da região no exterior, estão diminuindo, diz o relatório.
EMERGENTES
O estudo da Unctad também revela que os países emergentes foram em 2010 os "novos pesos pesados" do IED mundial.
Os países em desenvolvimento e em transição absorveram pela primeira vez mais da metade dos fluxos mundiais de investimentos estrangeiros diretos (entradas de recursos), que totalizaram US$ 1,24 trilhão em 2010.
Esse montante cresceu 5% em 2010, mas ainda permanece 37% inferior ao recorde registrado em 2007, diz a Unctad.
A agência da ONU prevê novo crescimento do IED em 2011, que deverá atingir entre U$ 1,4 trilhão e US$ 1,6 trilhão neste ano.
A hora é agora, invista!
Fonte: BBC Brasil.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
O QUE FAZER PARA SE TORNAR UM INVESTIDOR IMOBILIÁRIO?

Primeiro de tudo, conhecer um Corretor de Imóveis especializado em INVESTIDORES. Por que este Corretor é importante ? Porque ele tem as informações dos empreendimentos que irão “derreter” no período de lançamento. Depois você tem que escolher qual tipo de investidor você gostaria de ser – de REVENDA ou de LOCAÇÃO.
INVESTIDOR DE REVENDA
Como vimos no capítulo anterior o INVESTIDOR de REVENDA tem o objetivo de obter um lucro rápido. Neste caso é necessário que o Corretor de Imóveis especializado em INVESTIDORES conheça quais empreendimentos irão vender rápido no período de lançamento. Assim, os demais clientes compradores com intenção de uso do imóvel, terão de recorrer às revendas disponíveis, dispostos a pagar um “spread” para o revendedor. A conta a ser feita é a seguinte: Suponhamos um empreendimento X, no seu lançamento, vende unidades ao valor final de R$ 360mil (vide tabela exemplo abaixo), com entrega prevista para 36 meses e aporte de 35% durante o período de obras (valor a ser pago até a entrega das chaves). Os incorporadores trabalham parecidos e normalmente este aporte de 35% é dividido da seguinte forma: 12% de entrada (dividida em 6% de ato + 3 mensais de 2% cada, parcelas fixas, sem reajuste). Depois + 13% dividido em 32 mensais (corrigidas pelo INCC – Indice Nacional da Construção Civil). Neste período poderão haver parcelas intermediárias, as chamadas “Anuais”, na ordem de 5% divididas em 2 Anuais (também corrigidas pelo INCC). E finalmente uma parcela única (que poderá coincidir com as chaves/habite-se) de 5% (também corrigida pelo INCC).
Veja abaixo um exemplo de uma linha de tabela usada por muitos Incorporadores
Como vimos no capítulo anterior o INVESTIDOR de REVENDA tem o objetivo de obter um lucro rápido. Neste caso é necessário que o Corretor de Imóveis especializado em INVESTIDORES conheça quais empreendimentos irão vender rápido no período de lançamento. Assim, os demais clientes compradores com intenção de uso do imóvel, terão de recorrer às revendas disponíveis, dispostos a pagar um “spread” para o revendedor. A conta a ser feita é a seguinte: Suponhamos um empreendimento X, no seu lançamento, vende unidades ao valor final de R$ 360mil (vide tabela exemplo abaixo), com entrega prevista para 36 meses e aporte de 35% durante o período de obras (valor a ser pago até a entrega das chaves). Os incorporadores trabalham parecidos e normalmente este aporte de 35% é dividido da seguinte forma: 12% de entrada (dividida em 6% de ato + 3 mensais de 2% cada, parcelas fixas, sem reajuste). Depois + 13% dividido em 32 mensais (corrigidas pelo INCC – Indice Nacional da Construção Civil). Neste período poderão haver parcelas intermediárias, as chamadas “Anuais”, na ordem de 5% divididas em 2 Anuais (também corrigidas pelo INCC). E finalmente uma parcela única (que poderá coincidir com as chaves/habite-se) de 5% (também corrigida pelo INCC).
Veja abaixo um exemplo de uma linha de tabela usada por muitos Incorporadores

O grande segredo de um bom negócio da REVENDA é vender na hora certa. Um bom Corretor de Imóveis especializado em Investidores saberá lhe orientar esta hora certa (normalmente em até 12 meses da data do lançamento, evitando-se o pagamento da 1ª parcela anual). Em alguns casos ele também poderá negociar junto ao Incorporador algumas mudanças interessantes na hora da compra, como por exemplo, diminuir as primeiras parcelas a serem pagas. Assim o valor investido será menor, possibilitando a aquisição de mais unidades. Ele também deverá negociar junto ao Incorporador a Taxa de Anuência (porcentagem cobrada pelos Incorporadores no caso de substituição do comprador), que geralmente é de 3%, podendo, em alguns casos, ser zerada no contrato, aumentando assim o LUCRO na revenda.
No exemplo acima, supondo que este Empreendimento X, tenha zerado (100% vendido) em 6 meses. No 7º mês já fica interessante colocar para revenda. Como é feito o cálculo – primeiro soma-se todo valor pago nestes 6 meses (Valor Investido = R$ 46.125,00 referente ao Ato + parcelas de 30/60/90 dias + 2 mensais). Por quanto deverá ser vendido ? Se Você tivesse colocado estes mesmos valores numa Caderneta de Poupança, ao final de 6 meses a uma taxa de 0,6%am você teria R$ 47.554,88, ou seja, 3,1% a mais. No caso do imóvel, nestes mesmos 6 meses, só de valorização de tabela (que é corrigida mês a mês pelo INCC) o preço final já teria subido aproximadamente 5% no período. Porém o empreendimento foi todo vendido e não tem mais apartamentos para vender direto com o Incorporador, portanto os interessados deverão comprar unidades dos investidores. Se quiser vender bem e rápido, trabalhe com um lucro de 20% (taxa excelente para 6 meses). Nenhum investimento rende atualmente 20% em 6 meses. Assim sua unidade será vendida por R$ 55.350,00 e o comprador assumirá as demais parcelas. Nesta operação você ganhou quase R$ 9.225,00 líquidos. Agora imagine se você tivesse comprado, não uma, mas 5 unidades ? Já estaria colocando no bolso, limpinhos quase R$ 47.000,00. Qualquer cobrança de impostos ou taxas (de anuência, por exemplo) deverão ser colocados no preço de venda na hora da negociação e pagos pelo novo comprador.
INVESTIDOR DE LOCAÇÃO
O mais importante para este investidor é escolher um empreendimento que tenha uma boa localização, próxima de lugares carentes de locação, como por exemplo, próximo de Universidades, Escolas, Edifícios Comerciais. O Investidor de Aluguel deverá também privilegiar empreendimentos que estejam lançando unidades pequenas, as chamadas linha econômica, pois, além de investir menos recursos, será mais fácil conseguir locatários para estas unidades.
No mesmo exemplo acima (Empreendimento X), o valor investido nos 36 meses de obra será R$ 126.000,00, correspondentes a 35% do período de obras. Na verdade este Investidor estará comprando o apartamento somente pelos R$ 126mil, pois o restante poderá ser amortizado mensalmente com o valor do aluguel pago pelo futuro inquilino que irá locar o seu imóvel. Em resumo este investidor estará comprando um imóvel de R$ 360mil por R$ 126mil. Um bom negócio, concorda ?
IMPORTANTÍSSIMO
CORRETOR DE IMÓVEIS ESPECIALIZADO EM INVESTIDORES
Este profissional será de suma importância para o sucesso do seu investimento. Ele é o maior interessado para que o seu investimento tenha o maior lucro possível, pois assim ele o manterá na carteira de clientes e poderá ainda receber algumas indicações
Quer saber mais? Escreva-nos ou visite nosso site: www.jameloimoveis.com.br
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Serviço: 9º Okinawa festival na Vila Carrão.
O Okinawa Festival deste ano ocorrerá nos dias 06 e 07 de Agosto, no Clube Escola V. Manchester, na Pça. Haroldo Daltro, s/n, promovida pela Associação Okinawa de Vila Carrão e Prefeitura de São Paulo.
O evento figura como um dos maiores promovido pela colônia nipo-brasileira na cidade de São Paulo, integrando o Calendário Oficial de Eventos do Município.
A programação desta nona edição foi preparada para apresentação de momentos inesquecíveis da arte e cultura oriundas da ilha de Okinawa, com atuações no espaço especialmente preparada pela SP Turis e a organização do evento, incluindo o convite para a participação do público presente.
A emoção é provocada pelo grande número de pessoas que se apresentam em várias atividades, como o Rádio Taissô – Ginástica Rítmica, o Godo Ensô – música clássica com instrumentos okinawanos, grupos de Minyô e Odori – cantos e danças típicas, escolas de artes marciais como o Karatê e Kobudô, as alegorias do Leão Shi-shi-mai e os vários números de Bom Odori e Eissá – com a participação popular.
Apresentações de artistas e grupos musicais renomados da colônia japonesa, juntamento com os maiores grupos de Taikô do Brasil – o Rukyu Koku Matsuri Daiko e Requios Geinou Doukokai – famosos grupos de tambores de Okinawa, serão os responsáveis para o colorido especial da festa, com a participação de centenas de jovens tipicamente trajados e preparados para contagiarem a todos com suas coreografias.
Na praça de alimentação além dos espetinhos, lanches, doces e salgados, não faltarão os pratos típicos, com o “Okinawa Sobá” e o “Hidjá nu Shiru” – sopa de cabrito, fartamente apreciados pelos visitantes. Barracas culturais e de atendimentos à saúde e assistência social, completam o parque do evento.
Participem do que há de melhor da ilha de Okinawa, em Agosto, na Vila Carrão.
Entrada 1kg de alimento não perecível.
Mais informações www.jameloimoveis.com.br
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